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Santa Casa de Recife ganha precisão em avaliação da mecânica pulmonar com adoção do FlexiMag Plus

Fundada na capital Pernambucana em 1860, a Santa Casa de Misericórdia do Recife é uma organização religiosa pública de fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana, subordinada à autoridade eclesiástica da Arquidiocese de Olinda e Recife. Organização civil, sem fins lucrativos e com fins assistenciais, oferece atualmente serviços nas áreas da saúde, educação e assistência social.

Um dos serviços de saúde é o Hospital Santo Amaro (HSA), fundado em 1870 e que assumia um papel assistencial como asilo para idosos e moradores de rua. Atual sede da Santa Casa, o hospital atende gratuitamente os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço conta com a participação das religiosas da Congregação Filhas de Santana na supervisão do Núcleo de Segurança do Paciente e na Assistência religiosa aos enfermos.

Antigamente, o HSA possuía poucas especialidades médicas, consistindo apenas de enfermaria de clínica médica, cirurgia vascular e ambulatório. Com o crescimento do hospital, surgiu a necessidade de implementar mais especialidades que suprissem a demanda da população, como a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com dez leitos e centro cirúrgico equipado, enfermarias de cuidados paliativos e ortopedia. Hoje, o Hospital da Santa Casa atende 100% os pacientes do SUS, com diversas especialidades médicas. Embora não disponha de um atendimento de emergência, o hospital funciona ininterruptamente por 24 horas, com atendimento feito pelos plantonistas médicos, equipe de enfermagem e fisioterapeutas.

A UTI do HSA foi fundada em 2010 e havia a necessidade de renovar os equipamentos, entre eles os ventiladores mecânicos invasivos.  Em 2016, o HSA adquiriu por meio de licitação 10 FlexiMag Plus da Magnamed devido ao melhor custo/benefício.

“Os equipamentos da Magnamed nos trouxeram melhor monitorização numérica e gráfica, avaliação da mecânica pulmonar mais precisa, mais disponibilidades de modos ventilatórios avançados e duração da bateria”, explica Glívia Maria Barros Delmondes, coordenadora do serviço de Fisioterapia do HSA. Glívia finaliza que o maior benefício foi poder ventilar os pacientes com mais segurança e facilidade de ajustes, além da melhor aplicabilidade prática.

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