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Hospital Moinhos de Vento é premiado no Congresso Gaúcho de Terapia Intensiva

Dois trabalhos desenvolvidos pela equipe do Centro de Terapia Intensiva Adulto (CTIA) do Hospital Moinhos de Vento foram premiados durante o VII Congresso Gaúcho de Terapia Intensiva. Os estudos, realizados em parceria com o Escritório de Projetos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), foram destaque no evento realizado em Gramado/RS.

Ambas as pesquisas fazem parte do Projeto Qualidade de Vida Pós-Alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O objetivo da iniciativa, conduzida pelo Escritório de Projetos PROADI-SUS da instituição em parceria com o Ministério da Saúde, é avaliar fatores relacionados com a qualidade de vida de pacientes que estiveram internados em UTIs.

O estudo “O impacto das comorbidades na qualidade de vida após internação na UTI: um estudo de corte prospectivo” foi classificado como melhor trabalho apresentado no congresso. Já a pesquisa “Modelo de acompanhamento ambulatorial para pacientes sobreviventes de UTI: estudo piloto” recebeu a segunda colocação.

O primeiro avalia o impacto da presença de comorbidades na qualidade de vida de pacientes adultos sobreviventes de UTI. Neste trabalho, foram acompanhados 413 pacientes, de março de 2014 a outubro de 2016. Os resultados mostraram que o número de comorbidades dos pacientes sobreviventes de UTI influência nas taxas de mortalidade, readmissão hospitalar e qualidade de vida pós-alta hospitalar. Como conclusão, observou-se a importância de se pesar o grau de comorbidades do paciente na decisão sobre intensidade de medidas de reabilitação e frequência de acompanhamento ambulatorial pós-alta hospitalar.

Já o segundo estudo teve como objetivo avaliar a exequibilidade de um modelo de acompanhamento ambulatorial para pacientes que tiveram passagem pela UTI durante sua internação hospitalar. Foram avaliados 16 pacientes e testadas ferramentas de rastreio de síndrome pós-UTI (PICS). Depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, disfunção cognitiva, disfunção sexual e baixa capacidade física estão entre as condições avaliadas pelo modelo. Concluiu-se que o acompanhamento ambulatorial de pacientes sobreviventes de UTI é exequível e potencialmente benéfico.

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