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Moinhos de Vento estende serviço de telemedicina para hospital de Três Passos

Tecnologia possibilita atendimento rápido à pacientes com diagnóstico de AVC

Em continuidade a implantação do Programa de Telemedicina para pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), o Hospital Moinhos de Vento anuncia uma novidade. Na última semana, mais uma instituição passou a contar com o serviço de atendimento a pacientes com diagnóstico da doença através de telemedicina. O Hospital de Caridade de Três Passos passa a ser um dos quatro hospitais do Rio Grande do Sul a utilizar a tecnologia.

A Central de Teleneurologia de Porto Alegre funciona no Serviço de Emergência do Hospital Moinhos de Vento. Através de monitores e câmeras conectadas entre o Moinhos de Vento e as instituições credenciadas, médicos neurologistas realizam atendimentos via telemedicina 24 horas por dia, sete dias por semana. Desta forma, neurologistas tem acesso a exames e contato direto com a equipe e paciente no local, via videoconferência.

O serviço pioneiro na região Sul do Brasil foi viabilizado em 2014 através de uma parceria com o Centro Avançado de Neurologia e Neurocirurgia (CEANNE). Para Fernando Pisa, gestor de Telemedicina do CEANNE, a tecnologia já trouxe grandes resultados. “Em todas as unidades em que hoje existe a Telemedicina percebemos os resultados na redução de sequela e mortalidade de pacientes com AVC”, diz.

No Hospital de Caridade, o sistema será operacionalizado pela equipe de emergência. A partir de agora, a comunidade de Três Passos e da região já estará recebendo o atendimento via telemedicina. “Se um paciente chegar com suspeita de AVC já estará sendo atendido com o que há de melhor nesse tipo de serviço no mundo”, diz Fernando.

A Chefe do Serviço Médico de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento e Representante da Organização Mundial de AVC no Brasil, Sheila Martins ressalta que no caso de um AVC isquêmico (quando há o bloqueio de uma artéria no cérebro) cada segundo é valioso. “Sem o atendimento adequado, uma região maior do cérebro vai sofrendo com a falta da circulação de sangue, provocando sequelas que poderão ser permanentes e até levar à morte”, alerta, lembrando que o principal caminho para amenizar ou até evitar as sequelas é garantir o atendimento preciso e rápido.

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