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Hospital da Universidade Federal do Amazonas inicia atividades em seu novo prédio

O Hospital Universitário Getúlio Vargas, da Universidade Federal do Amazonas (HUGV-Ufam), reiniciou suas atividades no dia 13 de fevereiro, já em suas novas instalações.

O novo prédio, com 13 pavimentos, comporta UTI, Centros Cirúrgicos, Central de Material e Esterilização, quatro andares de Enfermaria, garagens e heliponto. Além de dobrar a capacidade física da unidade hospitalar e oferecer novos exames como a ressonância magnética e a hemodinâmica, o novo HUGV tem o diferencial de ser o único hospital público com heliponto no Amazonas.

A nova estrutura do hospital mantém os cerca de 950 profissionais, entre médicos, enfermeiros, e demais especialistas e colaboradores. A capacidade plena do hospital somente será atingida após a conclusão da segunda etapa da obra. Ao longo de 2017, além da clínica médica e cirúrgica, serão incorporadas as especialidades de pediatria e ginecologia.

Além do retorno das internações, com toda a segurança para pacientes e funcionários, o HUGV tem outras novidades. A principal delas é a habilitação como hospital geral com cirurgia de câncer. Além disso, o hospital está em processo final de habilitação para atendimento de pacientes com doenças raras, crônicas e também para os pacientes de permanência prolongada no leito.

“Hoje, o HUGV está pronto para atender à população com todo o cuidado e atenção já conhecidos, mas também com o conforto dessa nova estrutura. Agradecemos o apoio de todos os profissionais do HUGV e de toda coletividade. Renovamos o compromisso no ensino, na pesquisa, na extensão e na prestação de serviços de saúde com qualidade”, afirmou a reitora da Ufam, Márcia Perales.

Segundo o superintendente do hospital, Rubem Alves Jr., com a habilitação do HUGV para a realização de cirurgias de câncer será possível diminuir as filas dos pacientes oncológicos do SUS. “Há uma demanda reprimida muito grande desses pacientes, e embora exista uma legislação determinando que, após o diagnóstico, o tratamento deve ser constituído em até 60 dias, muitas vezes os pacientes permaneciam meses no aguardo de suas cirurgias, agravando assim seu estado. Hoje, com a habilitação do HUGV, contribuiremos significativamente com a diminuição da fila de espera, oferecendo mais uma opção para tratar estes pacientes logo após o diagnóstico, aumentando a possibilidade de cura desta população”.

 

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