Hospital Santa Genoveva (MG) inicia novo planejamento para o atendimento da população no Triângulo Mineiro


A Alta Direção do Complexo Hospitalar Santa Genoveva está, atualmente, dedicada na elaboração de um novo Plano Diretor de crescimento da instituição, bem como um novo planejamento estratégico que contemplará diversas ações de impacto para o atendimento da população e mercado do Triângulo Mineiro.

Segundo o CEO do Complexo, Carlos Clayton Lobato, foram eleitos prioritariamente a expansão de leitos no plano de investimento dos próximos dois anos. “Serão construídos 72 novos leitos em um prazo de 16 meses, que mudarão completamente a concepção de hotelaria da nossa região”, explica o executivo sobre o projeto que tem orçamento de R$ 20 milhões.

São vários fatores que destacam o Complexo do Triângulo Mineiro, por exemplo, ter a única sala cirúrgica híbrida da região e a ampliação da capacidade operacional de leitos em mais de 70%. Atualmente, o hospital está passando pelo processo de obtenção da Acreditação Internacional Canadense QMentum. “Estamos em processo de reorganização da governança clínica com a implantação de quatro pilares – segurança do paciente, envolvimento com o entorno, criação de times de liderança e planejamento estratégico”, explica.

O Hospital também avançou os investimentos na área oncológica, sendo o primeiro hospital particular do Triângulo Mineiro autorizado a realizar transplantes de medula óssea autólogos. O setor já havia recebido investimento de R$ 1,5 milhão em outubro do ano passado, quando foi inaugurada uma área ambulatorial com nova capela e padrão de hotelaria de nível internacional para o serviço de quimioterapia.

Diante de tantas mudanças que o hospital passa, Lobato afirma que o maior desafio da gestão tem sido conduzir o plano de investimentos neste cenário político-financeiro de incertezas que prevalece no Brasil. “Porém, considerando-se o cenário das instituições de saúde, estamos conseguindo progredir de forma serena, a passos contundentes, o que reforça a nossa posição de protagonismo no mercado de saúde.”

Higienização em pauta

Lobato conta que, quando assumiu o hospital, o serviço de higienização era terceirizado e a rotatividade era muito alta de colaboradores.  “Isso causava um transtorno excessivo quanto aos vários treinamentos ministrados, que ainda assim não conseguiam atingir nosso principal objetivo de um serviço de higienização hospitalar de excelência.”

Para mudar este quadro, Lobato contratou uma nova gestora de hotelaria, visando montar um serviço próprio de higienização hospitalar, iniciado há cerca de oito meses. “Atualmente, temos indicadores de alta qualidade e confiabilidade, perceptíveis não apenas por toda a nossa equipe multidisciplinar, como também pela comunidade de Uberlândia e região”, explica.

O trabalho de conscientização dos colaboradores também é intenso, através de educação continuada e campanhas de endomarketing. “Paralelamente, estamos focados na obtenção da acreditação internacional canadense. Este novo conceito da metodologia canadense nos proporcionou uma visão diferenciada das Práticas Obrigatórias Requeridas (ROP) de Prevenção de Infecção e fez com que buscássemos um conjunto de práticas que proporciona ligação direta entre os conhecimentos da organização, a estratégia, a qualidade e a segurança do cuidado.”

Qualidade nos produtos

“Não compramos ou padronizamos nenhum novo produto antes que seja homologado pelo comitê interno de padronização de novos produtos e obtenha parecer favorável da nossa equipe de Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)”, explica Lobato ressaltando que, ainda que este procedimento possa causa certa morosidade na aquisição ou troca de fornecedores, a gestão não abre mão da garantia de qualidade dos materiais que utilizam.

A Rioquímica é um desses parceiros do Complexo Hospitalar Santa Genoveva que fornece à instituição uma linha de produtos antissépticos entre outros. “Temos uma sólida parceria com a instituição. Nosso serviço busca não apenas comercializar produtos, mas também oferecer ao Complexo, serviços como educação continuada e agilidade nas soluções que a instituição precisa. Trata-se de uma instituição renomada e fazer parte deste time nos coloca em uma posição de destaque e de muita responsabilidade”, afirma Deborah Ferreira Abdo, gerente de Marketing e Produtos da Rioquímica.

A empresa possui o certificado CBPF de medicamentos e saneantes. “Consideramos uma grande conquista este selo, uma vez que realizamos processos e procedimentos com padrão excelência em toda a linha de fabricação dos produtos, visando a segurança e a eficácia para o usuário e paciente. ”

A empresa, 100% nacional e há 38 anos no mercado, vem investindo em inovação e tecnologia em todas as áreas para dar todo este suporte ao cliente, assegurando-o quanto à qualidade e eficácia do produto que está sendo utilizado. “O ano de 2017 é o ano do começo de nossas mudanças, preparando-nos para atingir novos patamares em P&D, infraestrutura da fábrica e investimento nas áreas técnico-educacional, marketing e vendas.”

Atualmente, o produto de lançamento da empresa é o Riohex 2%, antisséptico para o preparo da pele e mucosas para procedimentos invasivos, com objetivo de prevenção de infecção em cirurgias, inserção e manipulação de cateteres, sondagem vesical e  higienização de mãos.

Hoje, a Rioquímica está presente em 11 países da América Latina e em dois países da África. “Pretendemos nos tornar líder de mercado na área de desinfecção e higienização, trabalhando com ética e transparência. E engajando nossos colaboradores a buscar o padrão de excelência a cada dia”, finaliza Déborah.

*Matéria publicada na 49ª edição da Healthcare Management. Clique aqui e confira a edição completa.

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